domingo, 26 de setembro de 2010

LIÇÕES CORPORATIVAS EXTRAÍDAS DOS ENSINAMENTOS BÍBLICOS - PARTE 2

QUEM É VOCÊ?
O que identifica você aos seus próprios olhos? Quando lhe perguntam quem você é, que respostas surgem em sua mente? Para muitos é natural identificar-se com aquilo que os outros dizem a seu respeito ou com coisas que são conquistadas com grande esforço. Uns são "doutores", outros são "mestres", outros são "diretores", outros "supervisores ou gerentes", etc. Mas Jesus nos ensinou que o que verdadeiramente importa não é a posição que temos diante dos homens, mas a posição que temos diante de Deus; essa é nossa realidade! De onde os homens nos colocam, eles também facilmente podem nos tirar. Deus ao contrário, nos fez seus filhos e herdeiros e essas prerrogativas jamais nos serão tiradas por qualquer percalço da vida.
Não se deixe iludir por palavras doces de bajulação ou interesse, recebidas apenas pela posição que você ocupa em sua vida profissional. Ser servo de Jesus Cristo é o maior título que alguém pode alcançar nessa terra. Coloque essa qualificação acima de todas as outras descritas no seu currículo. Pensem nisso!

Texto retirado do livro "Basta uma palavra" de Pe. Antônio José.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Auto estima versus arrogância

Acreditar em si mesmo nada tem a ver com arrogância. Quem acredita em si mesmo conhece suas forças e suas fraquezas, e está constantemente trabalhando para melhorá-las. Quem cede à arrogância é incapaz de fazer uma autocrítica honesta e bloqueia seu próprio processo de aprendizagem e crescimento.
Não faltam exemplos de generais que perderam batalhas decisivas, de governantes que esfacelaram seus impérios, de milionários que dilapidaram suas fortunas e de empresários que levaram à falência corporações que pareciam inabaláveis porque, de tão convencidos que estavam da vitória, subestimaram o desafio e cometeram descuidos fatais. Lembre-se: a arrogância é a maior inimiga de uma negociação de sucesso.

Fonte: Ricardo Bellino

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

LAPIDE SEUS TALENTOS

O diamante é um mineral encontrado na natureza e objeto de desejo do homem há séculos. Ao ser encontrado em seu estado bruto, não apresenta tanta beleza e seu valor é muito pequeno.
Cabe a um especialista identificar o potencial desta pedra e lapidá-la de forma perfeita para assim multiplicar por milhares de vezes sua beleza e valor. Cada diamante é único. Como uma impressão digital, não há dois idênticos.
Dentro das organizações, os colaboradores são como os minerais. Alguns são mais valiosos que os outros, alguns são mais procurados pelo mercado ou melhor transformados, mas há aqueles que ainda estão em seu estado bruto e precisam da visão de um profissional para poder multiplicar seus resultados e valor, lapidando-o, assim um diamante.
Nem sempre a pouca qualidade dos profissionais dentro das equipes estão ligados diretamente aos próprios profissionais, mas sim aos seus gestores que não têm uma boa visão de potencial estratégico, comportamental e de gestão de pessoas.
É muito mais fácil identificar dez grandes problemas a apresentar uma excelente solução. Algumas vezes, os gestores identificam apenas os problemas e não se propõem a apresentar soluções, identificando talentos, habilidades e competências de suas equipes e lapidando-as de forma a obter o melhor resultado com maior satisfação, comprometimento e realização de todos.
Como um especialista em diamantes, o gestor de equipes precisa estar consciente que não há dois profissionais iguais. Cada um é único, tem seu brilho, seu valor, suas habilidades e competências e seu potencial. O tamanho do brilho obtido por este profissional dependerá da capacidade do especialista em lapidar as habilidades e competências. E assim como um diamante com perfeita
lapidação, um profissional totalmente preparado pelo mercado, com certeza, será mais desejado pelo mercado e com maior valor para sua “aquisição”.
Abraham Lincoln disse: “Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado." Que tal passar mais tempo lapidando sua equipe em vez de gastá-lo buscando novas pedras preciosas prontas?

Fonte: Wagner Campos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Cão Que Ladra Não Morde

Um jovem guerreiro certa vez perguntou ao mestre quem era o melhor de todos no uso da espada. O mestre respondeu: “Está vendo aquela rocha? Vá até lá e lute contra ela”. O guerreiro recusou e disse: “Isso é perda de tempo. Vou acabar quebrando minha espada e a rocha vai permanecer intacta”. O mestre então observou: “O melhor guerreiro é o que se parece com a rocha. Sem desembainhar a espada, ele consegue convencer os outros de que é inútil tentar atacá-lo”.
Essa é uma importante lição para nosso dia-a-dia profissional. Em vez de se desgastar com demonstrações de poder, preocupe-se apenas em respeitar e ser respeitado. Como diz o ditado, cão que ladra não morde. Exibições gratuitas de autoritarismo no fundo não passam de um sinal de fraqueza.


Fonte: Ricardo Bellino

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MUDANÇAS

Gandhi dizia: seja você mesmo a mudança que você quer ver no mundo. Suas sábias palavras nos lembram que as verdadeiras mudanças devem começar de dentro para fora. Pense nisso na hora de planejar as mudanças que você deseja implantar em sua vida profissional em 2010. Se os seus planos incluem trocar de emprego, ganhar mais, obter uma promoção, iniciar seu próprio negócio ou expandir o que você já tem, comece refletindo a respeito do que você deveria mudar em suas atitudes, comportamento e maneira de pensar para que esses planos possam produzir resultados eficazes. Afinal, não adianta apenas desenvolver estratégias brilhantes. É preciso, também, estar preparado para executá-las.


Fonte: Ricardo Bellino

terça-feira, 20 de julho de 2010

O VELHO, O MENINO E O BURRO

O conto da vaquinha teve tanto sucesso neste blog que decidi colocar outra história, essa é da minha infância, espero que gostem:


Um velho resolveu vender seu burro na feira da cidade.Como iria retornar andando, chamou seu neto para acompanhá-lo. Montaram os dois no animal e seguiram viagem.
Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos; " Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !".
Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram...
Mais na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa. Quando viram a cena, puseram-se a reclamar; " Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal."
Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.
Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; "Que menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha !"
Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. Ambos resolveram caminhar, puxando o burro.
Já acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar.
Alguns homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena; " São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem e forte !"
O avô e o neto olharam um para o outro, como que tentando encontrar a maneira correta de agir. Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!

Além de divertida, esta fábula mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir. Aja sempre da maneira que lhe for melhor, mas de uma forma que não desrespeite os outros.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O CONTO DA VAQUINHA

Um sábio passeava na floresta com seu discípulo. Avistou uma casinha pobre, aos pedaços. Nela moravam um casal e três filhos. Todos mal vestidos e magros aparentando subnutrição.
O sábio perguntou ao chefe da família como eles sobreviviam, se não havia horta nenhuma nem animais? O homem respondeu: "Nós temos uma vaquinha que fornece alguns litros de leite por dia. Uma parte dele tomamos e a outra parte trocamos na cidade por alimentos, roupas e assim vamos vivendo!".
O sábio agradeceu e saiu novamente pelo seu caminho. Logo adiante avistou a vaquinha e disse a seu discípulo: "Pegue aquela vaquinha e a empurre desfiladeiro abaixo". Mesmo sem compreender a ordem, o discípulo a cumpriu, mas ficou pensando na maldade do sábio, mandando matar a única fonte de subsistência daquela família. Aquilo não saiu de sua cabeça por um bom tempo.
Anos depois, passando pelo mesmo lugar, o discípulo lembrou-se da família e do episódio da vaquinha. Resolveu voltar àquela casa e ... surpresa! No lugar da pobre casinha havia uma bela casa, um pomar ao redor, várias cabeças de gado, um trator novo.
Na porta da casa avistou o mesmo pai, a mulher e os filhos, todos bem vestidos aparentando saúde. Ele logo perguntou a razão da mudança e o homem respondeu:
"Tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Sem ela tivemos que nos virar, fazer coisas que nunca antes tínhamos feito. Começamos a plantar, criar animais, usar a nossa cabeça para podermos sobreviver e vimos ser capazes de fazer coisas que nunca tínhamos imaginado, que achávamos impossíveis.
Sem a vaquinha a gente foi a luta, pois se ficassemos parados iriamos acabar morrendo de fome!

Moral da história: As vezes é preciso sairmos de um estado de acomodação, a chamada "zona de conforto" e partir para luta, a trajetória não será fácil, mas o resultado final pode apostar que será o melhor possível.